Magistral_estratega a 30 de Setembro de 2010 às 13:26


A produção de informação científica é tremendamente célere mas a sua transposição para a esfera prática não...

Porém quantidade nem sempre reflecte qualidade.

Uma boa forma de avaliar a informação é perceber se o estudo é credível.

Para aqueles que se interessam ou desejam interessar por este assunto deixo este link:

http://saudeeportugal.blogspot.com/2010/09/como-avaliar-estudos-de-investigacao.html

Visao ENFernal a 30 de Setembro de 2010 às 23:27
Caro colega, muito gosto em discutir este assunto consigo.

Primeiro queria sublinhar de que no artigo que publiquei não tinha intenção de tocar no processo de investigação por si só. Apenas nos temas que são escolhidos ou mesmo nas hipóteses levantadas para os trabalhos de mestrado e doutoramento, bem como pequenos artigos escritos por colegas nossos. O leque abrangido é tão restrito, muito relacionados com a espiritualidade e deontologia, que no final traduzem-se em conclusões que pouco acrescentam ao processo de evolução do conhecimento da área prática da enfermagem (atenção não estou a globalizar às ciências de enfermagem, apenas ao teor prático e não meramente factual). Ou seja, quando pensamos que a nossa profissão precisa de (p. ex.) evoluir em termos de benchmarking, com melhoria das práticas e adequadas ao que a legislação exige como sendo as mais actualizadas, continuamos amarrados às crises existenciais, às vivências, aos medos, aos receios, à moratória, etc.
O próprio Congresso da Nursing que irá ocorrer brevemente parece ter sido desenhado neste sentido, desculpem-me a parábola mas só faltam workshops de exorcismo!

Já não coloco em cima da mesa as questões relacionadas com a metodologia de estudo e o processo de investigação, nem sequer os viés que daí resultam. Porque até posso assumir que todos eles são cientificamente credíveis e isento de erros metodológicos mas... terão no fundo alguma utilidade para evoluirmos como classe?

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