O Visão Enfernal volta e a REvolta contra a Enfermagem como arte continua. A sua afirmação como ciência voltará a tomar lugar neste blogue, centrando a sua essência na divulgação da mais recente evidência científica.
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publicado por Visao ENFernal, em 28.01.08 às 19:05link do post | favorito

 

A Coloplast, empresa dinamarquesa direccionada para a produção de materiais para controlo da incontinência e tratamento de feridas, aposta num novo conceito de penso. A ideia residiu na criação de um material que garantisse o meio adequado da ferida para evolução, com a redução da dor subsequente.



 

Assim nasceu o Biatain – Ibu, uma espuma eficaz na absorção do exsudado, garantindo o meio húmido da ferida e ao mesmo tempo protecção dos bordos das feridas. À medida que vai absorvendo o exsudado, o Biatain – Ibu liberta de forma constante 0,5mg/ cm2 de Ibuprofeno localmente. Estudos indicam que esta dosagem garante eficácia no controle dos sintomas da dor associados ao trauma do tegumento, sem haver absorção de analgésico para a via sistémica («nenhum vestígio foi encontrado no sangue de pacientes que foram tratados com o produto 15x15cm, sugerindo que os efeitos sistémicos do curativo são mínimos»).


Com o emprego de doses tão baixas, também verificou-se que não existem efeitos adversos associados ao emprego de ibuprofeno directamente nas feridas. É passível de ser utilizado concomitantemente com terapia compressiva, em caso de úlcera venosa.

 


Dentro do leque de indicações, salienta-se todo o tipo de feridas exsudativas, dentro das quais:

 
 
 
 
 
  • Úlceras de perna
  • Pé diabético
  • Queimaduras de 1º e 2º grau
  • Áreas doadoras de pele
  • Feridas  pós-operatórias e feridas superficiais
 

O penso poderá ser utilizado durante um período máximo de 7 dias.

A informação aqui contida resumiu-se ao facultado pela própria empresa, pelo que a sua real eficácia por estudos de caso efectuados por entidades imparciais não se encontram amplamente acessíveis. A empresa disponibiliza, inclusive, um clip sobre o seu produto, que pode ser visualizado em:


 

http://media.coloplast.com/biatain-ibu/br/biatain-ibu.wmv

 

 


 

http://www.coloplastdobrasil.com.br/ECompany/BRMed/Homepage.nsf/(VIEWDOCSBYID)/C4A659C58B647C85832572BC006BF63F
http://www.coloplastdobrasil.com.br/ECompany/BRMed/Homepage.nsf/0/c4a659c58b647c85832572bc006bf63f/WebBodyRT/1.415C?OpenElement&FieldElemFormat=jpg
http://www.coloplastdobrasil.com.br/ECompany/BRMed/Homepage.nsf/0/c4a659c58b647c85832572bc006bf63f/WebBodyRT/5.2C5C?OpenElement&FieldElemFormat=jpg


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publicado por Visao ENFernal, em 23.01.08 às 20:55link do post | favorito

 



in Jornal de Notícias:

«Um grupo de investigadores liderado por um docente da Universidade de Coimbra desvendou a acção de uma enzima susceptível de contribuir para o desenvolvimento de um novo antibiótico contra a tuberculose.
A equipa de investigadores, liderada pelo bioquímico Milton Costa, ao descobrir a função de uma enzima de micobactérias (GPGS), "abriu muito boas perspectivas de desenvolvimento de um novo antibiótico que permita combater a tuberculose, incluindo as variantes multiresistentes", refere uma nota do gabinete de imprensa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

 

Os investigadores - acrescenta o documento - "procuram agora produzir moléculas capazes de bloquear a função desta GPGS, visto que, sem esta enzima, o bacilo da tuberculose não se desenvolve e a substância que a bloquear poderá ser um potencial antibiótico"».

 

 


Um grande aplauso para esta equipa de investigadores com a fantástica descoberta. Em terras lusas recebemos boas-novas em termos de avanços no combate ao flagelo da tuberculose. Com uma incidência cada vez maior de casos de multiresistência à antibioterapia existente, podemos aguardar por uma possível alternativa aos meios fragilizados de que dispomos, fazendo frente à fraca dinâmica que se constata na investigação de novos e melhores antimicrobianos.


 


http://html.rincondelvago.com/files/3/6/1/000203610.png

http://ww2.prefeitura.sp.gov.br//arquivos/secretarias/saude/vigilancia_saude/doenca_agravo/0014/vs_pulmao.jpg


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publicado por Visao ENFernal, em 18.01.08 às 21:34link do post | favorito

Abrandei o ritmo do Visão ENFernal, não por falta de criatividade nem de tempo. Muitas vezes sinto inércia quando constato a “garra” de autores de outros blogs em deixar a casa limpa e arrumada quase diariamente. Admito o meu handicap: não consigo. Eis-me revestido da mais autêntica honestidade, restando apenas dizer que também tenho repartido o tempo para acompanhar os outros blogs ligados à saúde e para (finalmente) acabar de ler “a profecia celestina”. Por este motivo, talvez, escrevo este post como resposta aos primeiros sinais de embriaguez cognitiva, quase como uma dessensibilização sombria para com as palavras. Um dia disse neste sítio “abraço a minha profissão com bastante ânimo”, mas um dia acordamos com os pés fora da cama...


 

Visitando os weblogs de colegas e de outros profissionais da área, constato algo que me atropela de perplexidade, uma espécie de “chapa 5” do bom profissional de enfermagem. De forma tão banal e relativamente aceite, por jeitos, os dotes mais apetecíveis aos profissionais de enfermagem resumem-se ao “medicamente aceite” e ao “tecnicamente espalhafatoso”. Como se o “serviço de urgência” ultrapassasse o ecrã da TV e invadisse as mentes dos profissionais de enfermagem e lhes adulterasse os objectivos verdadeiros da profissão.


É quase possível resumir o dicionário do Enfermeirês numa linha de Word: “picar”, “puncionar”, “entubar”, “algaliar”, “aspirar”, “administrar”. Perdão, receio não ter colocado em ordem alfabética, mas em tom de brincadeira também se revelam verdades difíceis de aceitar. E por mais obscuro que seja, abrir os olhos tornou-se insuficiente para fazer ver que enfermagem é mais abrangente que isso, e encontra-se mais do que documentado: já está em prática há muito tempo!


 

Existem intervenções explícitas de enfermagem, operacionalizadas tendo em conta a concepção de um plano de trabalho, que irão traduzir ganhos directos em saúde. Por outras palavras, há fenómenos de enfermagem que, quando diagnosticados atempadamente, permitem ganhos em saúde - chamados fenómenos altamente sensíveis aos cuidados de enfermagem. Sobre este tema, recomendo a leitura deste artigo. Do mesmo, retirei o quadro abaixo exposto, que resume os principais focos de atenção altamente sensíveis aos cuidados de enfermagem, sobre os quais os enfermeiros actuam e promovem ganhos directos em saúde:

 


 

Clicar sobre a imagem para ampliar


 

Afinal o Enfermeirês tem um dicionário muito mais complexo, que de todo foge à tela onde a maioria pinta. O bom enfermeiro é aquele que “pica”, “algalia” e “entuba” 20 doentes ao mesmo tempo com canhões? Não é o que a OE contempla nos seus resumos mínimos de dados, e este aspecto é passível de ser contabilizado a nível informático. Não quero transparecer a ideia de que os procedimentos invasivos não assumem importância na nossa prática. Muito pelo contrário, defendo insistentemente a detenção dessas competências por parte dos enfermeiros, mas isso é mais do que “chapa 5”. É mais do que sabido que o enfermeiro é “que dá as picas”, mas vamos dar um salto e começar a pensar em salvaguardar as competências que, de forma pouco zelosa, são vencidas para os AAM e que são consideradas o verdadeiro trabalho de enfermagem altamente produtivo, do que propriamente querer reservar e angariar competências que não nos interessam, numa realidade em que a produtividade da classe está em xeque.


Compete-nos monitorizar os doentes, mas é preciso relembrar que o nosso trabalho, sob a forma de números, está também a ser monitorizado. "I´m watching you", diz o MS, querem uma aposta? (in Sinais Vitais http://i263.photobucket.com/albums/ii129/fysga/editorial.jpg?t=1200693934)

 

 

Clicar sobre a imagem para ampliar

 


http://hospitaldofuturo.typepad.com/photos/uncategorized/medicina_394f23a.jpg


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publicado por Visao ENFernal, em 15.01.08 às 00:26link do post | favorito

 

O método de revestimento de antimicrobianos nos vários dispositivos médicos é um processo que implica várias etapas, que inevitavelmente variam consoante o tipo de método a seguir, desde o simples flush do material com a solução que contém o antimicrobiano, o emprego de “TDMAC” (Tridodecylmethylammonium chloride) concomitantemente com a solução antimicrobiana, ou o revestimento da superfície dos dispositivos com o uso de cloreto de benzalcónio seguindo-se a fixação do antibiótico no dispositivo


 

Um dos métodos que encontrei, que por ventura é dos mais consensuais, encontra-se em processo de melhoramento com vista a promover a sua eficácia. Neste método, dentro dos vários tipos de “agentes antimicrobianos”, os que mais se têm mostrado eficaz são uma combinação de Rifampicina com minociclina. O que não implica que, dependendo do propósito do dispositivo, a associação de antimicriobianos seja alterada para aumentar a sua eficácia.


 

Posteriormente deverá ser seleccionado um “solvente orgânico”, dos quais se salienta os álcoois, cetonas, éteres, formaldeído, ácido acético, clorofórmio e cloreto de metilo, facilitando a dissolução do “agente antimicrobiano”.


 

Um “agente penetrante” é fundamental para garantir, não só a fixação do produto antimicrobiano ao dispositivo, como também o revestimento homogéneo do mesmo. É também adicionado um “agente alcalinizante”, tratando-se de uma base que promove a reactividade do agente antimicrobiano ao dispositivo (sodium hidroxyde, potassium hidroxyde, ammonia in water, diethylamine e triethylamine). A solução é aquecida a uma temperatura compreendida entre os 30º-70ºC (dependendo do agente antimicrobiano), e “mergulha-se” o dispositivo durante 60 minutos, retirando-se no final o excesso de solução.


 

Todo este procedimento foi pensado na crescente necessidade em diminuir os índices de infecção hospitalar associado aos procedimentos invasivos. Sabe-se que os dispositivos médicos revestidos de antibióticos têm eficácia relativa na prevenção da infecção, mas o pensamento actual coloca-nos numa posição em que é imperativo satisfazer as seguintes necessidades:

 
  • Impedir o crescimento bacteriano sem colocar a segurança do doente em risco;
 
  • Emprego dos antimicrobianos mais eficazes e em concentrações ideais;
 
  • Garantir a actividade prolongada do antibiótico que reveste o dispositivo;
 
  • Estudar as alternativas mais viáveis, associadas ao custo mais reduzido.

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publicado por Visao ENFernal, em 12.01.08 às 23:19link do post | favorito

 

É certo e sabido que, por mais zelosos que sejamos nos procedimentos invasivos e na optimização de catéteres e sondas, a colonização e subsequentes infecções tornam-se inevitáveis, com custos acrescidos não só para a instituição prestadora de cuidados, mas também para o doente. A natureza da infecção é multifactorial e a evidência tem demonstrado que a boa prática não é suficiente para prevenir a infecção associada ao procedimento invasivo. As taxas de infecção associadas a agentes típicos têm vindo a aumentar gradualmente, destacando-se os bacilos cocos gram positivos como o Staphylococus epidermis, Staphylococus aureus (entre 70 a 80% do total de infecções nosocomiais) e fungos, nomeadamente a Candida albicans.


 

Para contornar este problema, a linha de pensamento exigiu que se focalizasse não o meio ambiente e as particularidades dos indivíduos, mas sim os dispositivos usados nos respectivos procedimentos invasivos. Assim surgiram os dispositivos impregnados em antimicrobianos.


 

Esta ideia não é tão recente quanto parece, dado existirem inúmeros estudos efectuados nos Estados Unidos sobre a matéria, contudo muitos enveredam por caminhos dúbios cujos resultados variam do menos estudado ao mais inconclusivo. A ideia é a mesma – impregnar os materiais com um composto antimicrobiano –, o meio para atingir o fim é que varia. E muito!

 


Neste post irei utilizar expressões em inglês, pelo simples facto de escassear publicações sobre o tema em português e desconhecer, por completo, a tradução de certas palavras para a nossa língua. Para evitar ao máximo cometer calinadas, escreverei nestes moldes.

 

Assim sendo, permitam-me contextualizar que tipo de materiais poderão ser alvo deste procedimento:

 
  • Acessos vasculares (CVC, acessos centrais de abordagem periférica, acessos venosos periféricos, catéteres centrais de longa duração, catéteres de diálise, cateter de Swan-Ganz e cateter arterial)
 
  • Materiais de urologia (cateteres urinários, dispositivos urinários de longa duração, esfíncteres urinários artificiais e próteses penianas)
 
  • Materiais vários (enxertos vasculares, drenos, catéteres de diálise peritoneal, pacemakers e válvulas cardíacas)
 

O espectro de dispositivos que são passíveis de adquirirem particularidades antisépticas é vasto, podendo ser multiplicada pelo tipo de materiais que os constituem:

 
 
 
 
 
 
  • Borracha, plástico e silicone
  • Poliuretano e Polietileno
  • Teflon® (politetrafluoroetileno)
  • Colagénio
  • Albumina
  • Tetrafluoreto de polietileno
 

Conhecemos os dispositivos e os respectivos materiais, assim partiremos para os métodos de impregnação dos mesmos com o composto antimicrobiano.


 

(parte 1/2)

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publicado por Visao ENFernal, em 09.01.08 às 23:15link do post | favorito


Fonte CienciaHoje  http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=24760&op=all

"Os três principais institutos de investigação científica do Porto vão criar, no final de Janeiro, uma estrutura inédita em Portugal, que vai reunir mais de 600 cientistas e permitir alargar a investigação em saúde a áreas ainda não cobertas.

O futuro Instituto de Inovação e Investigação em Saúde (I3S) resulta da conjugação de esforços entre os institutos de Biologia Molecular e Celular (IBMC), de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto(IPATIMUP) e Instituto Nacional de Engenharia Biomédica (INEB).

“Não vamos fazer uma fusão, vamos assinar um contrato de consórcio. As três entidades vão manter a sua individualidade, mas criam um patamar superior de associação que vai permitir intensificar as investigações, aumentar a massa crítica e cobrir áreas que ainda não estão cobertas”, afirmou hoje Sobrinho Simões, director do IPATIMUP, em declarações à Lusa".


Parabéns ao novo instituto e ao recém cocktail intelectual, aguardemos pelas inovações e publicações subjacentes.


http://images.jupiterimages.com/common/detail/45/47/22594745.jpg


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publicado por Visao ENFernal, em 06.01.08 às 21:25link do post | favorito
O Visão ENFernal acordou recentemente com a notícia de que faz parte da "Sopa de Blogs" do Sapo. Obrigado mais uma vez à Ena_Rot pela boa notícia. Basta procurar pela tag "Saúde" e voilá.

 




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publicado por Visao ENFernal, em 05.01.08 às 16:43link do post | favorito

 

 

O Visão ENFernal mantém-se a par-e-passo no que concerne ao estudo da profilaxia da doença isquémica vascular nos indivíduos sujeitos a tratamento com vitaminas do complexo B. A resenha das investigações efectuadas é infindável, prezando uma obsessão quase neurótica em “co” ou não relacionar um factor ao outro. Em matéria de “puxa a sardinha à sua brasa”, sabemos que a investigação ganha um Nobel.


 

Relativamente ao efeito preventivo das vitaminas do complexo B sobre o enfarte, não poderíamos ter uma conclusão tão íntegra como insípida: “não é provável”. Não provável no sentido de não existir efeito casuístico e directo - os estudos hoje apresentados enveredam por conclusões muito díspares.

 

 

 

Confuso? Talvez, e por isso permitam-me uma breve síntese sobre o assunto em questão.

 

Primeiro falemos da homocisteína, também denominada “o colesterol do séc. XXI”. Trata-se de um aminoácido que, por diversos motivos, pode ultrapassar o seu limite normal no organismo, potenciando o mesmo a desenvolver processos embólicos e ateroscleróticos. Por este motivo, patologias cardiovasculares como o enfarte agudo do miocárdio e os acidentes vasculares cerebrais podem estar associados ao excesso de homocisteína no organismo (nível superior a12 µmol/L).


 

As vitaminas do complexo B, nomeadamente a piridoxina (Vitamina B6) a Cianocobalamina (Vitamina B12) e o Ácido Fólico são capazes de diminuir os níveis de homocisteína no organismo, logo numa lógica de raciocínio, doses adicionais destas vitaminas acabariam por diminuir o risco de enfarte. Sobre isto, aconselho este trabalho que, apesar de ser um pouco exaustivo, é fundamental para a compreensão deste tema.


 

Mas em tom de silogismo também nos enganamos, e a lógica de pensamento adoptada pelos investigadores falhou em campo. Em certas regiões da América e Canadá implementaram uma medida de saúde pública através da suplementação dos alimentos em vitaminas do complexo B. O resultado não poderia ser mais desanimador, dado que em certas regiões o efeito obtido foi paradoxal, aumentando a percentagem de enfartes do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais. A falha desta evidência verificou-se em estudos seguintes, mas enquanto uns condescendiam perante os números, outros não descartavam a hipótese formulada. Um destes investigadores decidiu efectuar uma meta-análise com estudo retrospectivo, sobre estudos publicados num período compreendido entre 1966 a 2006 (in http://www.medscape.com/viewarticle/568174):

 

 

 

"Studies were included only if they documented more than 10 incident cases of stroke and followed patients for at least 6 months, and researchers included trials that allowed concurrent treatment with B vitamins during folate therapy.

 

[…]

 

Overall, folate supplementation reduced the risk for stroke by 18%, a significant benefit compared with placebo. There were some interesting caveats to the positive results associated with folate therapy. An analysis of study characteristics suggested that only trials lasting over 36 months demonstrated a significant benefit for folate therapy. In addition, folate was effective only in areas without grain enrichment and among patients without a previous history of stroke.

 

The relative reduction in homocysteine associated with folate treatment vs placebo varied between 10.9% and 39.4%. In trials in which the mean relative reduction in homocysteine levels associated folate was less than 20%, active treatment was not superior to placebo in preventing stroke. However, the relative risk for stroke among subjects receiving folate vs placebo when homocysteine reduction was 20% or more was 0.77".



 

Após a análise de vários estudos, verificou-se que o suplemento de vitaminas do complexo B traduziu-se, na globalidade, em benefício para os doentes com risco de doença cardiovascular. Porém várias questões são levantadas:

 

 

 
  • Dentro das várias vitaminas do complexo B, quais são as mais eficazes na prevenção das doenças cardiovasculares?
 
  • Que doses devem ser administradas para se garantir uma janela terapêutica segura?
 
  • É conhecido o efeito protector em doentes com alto risco, contudo será que o mesmo efeito se aplica a indivíduos com médio risco?
 

 

 

Aguardemos pelo andar da carruagem que o Visão ENFernal vai atrás dela.

 


Fontes de Informação

 

http://www.scielo.br/pdf/jbpml/v40n5/a06v40n5.pdf

 

http://www.lincx.com.br/lincx/saude_a_z/prevencao/homocisteina_1.asp

 

http://www.medscape.com/viewarticle/568174

http://www.dialogosuniversitarios.com.br/UserFiles/91/Image/vitaminas%20interna%20copy.jpg

http://images.main.uab.edu/uabmagazine/spring00/stroke.jpg

http://www.usp.br/jorusp/arquivo/2005/jusp723/ilustras/ilustra05.jpg

http://www.unimedaracatuba.com.br/guiamedico/dicas/colesterol/colesterol.jpg

 


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publicado por Visao ENFernal, em 04.01.08 às 23:48link do post | favorito
É um novo método desenvolvido por especialistas Norte-Americanos, com vista à remoção de tumores alojados em áreas do cérebro responsáveis pela linguagem:


"Segundo a pesquisa publicada na revista The New England Journal of Medicine, a técnica utilizada pelos cientistas consiste em reduzir a exposição cerebral, reduzindo o tempo em que o paciente permanece desperto durante a intervenção cirúrgica.
[...]
Esta técnica, denominada por "cartografia cerebral negativa", elimina a necessidade de extirpar grandes sectores cranianos enquanto o paciente se encontra desperto, permitindo ainda que se realizem craniotomias bastante mais pequenas de forma a apenas expor alguns centímetros do cérebro do paciente. Em seguida, os cirurgiões configuram uma espécie de "mapa" do cérebro consoante a estimulação de cada um desses sectores através de uma eléctrodo bipolar".

Além disso, Nader Sanai, professor de cirurgia neurológica, frisou que "com esta nova técnica pode compreender-se muito melhor qualquer paciente com um problema epiléptico, um ataque de apoplexia ou uma lesão na cabeça, que tenha dificuldades ligadas à linguagem"


Fontes de Informação:
http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=5305
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=317212&visual=26&rss=0
http://www.formacaonline.com/fisica/file.php/1/M172574-ECG_trace_and_brain-SPL.jpg

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